14 de agosto de 2009

Escândalos envolvendo o dízimo

Até recentemente estavam sendo mostrados reportagens nos jornais e na Televisão (principalmente na TV Globo) acerca do desvio de dízimos e da manipulação financeira por parte de uma igreja evangélica. Essa prática que vem sendo feita por quase todas as denominações que seguem os própositos da "igreja Mãe", vem sendo ocultado tanto do sistema jurídico como dos fiéis que não tem entendimento. Essa reportagem possui um tema bastante delicado que deve ser tratado com um cuidado especial para não servir de motivação para os que se beneficiam da corrupção. Para diversos irmãos crentes, a impressão é que a igreja está sendo ofendida com as reportagens escandalosas, enquanto que para outros, trata-se de um conflito de emissoras para manter a audiência, esquecendo-se do assunto principal, que é os dízimos. Na verdade, tanto uma opinião como a outra estão erradas em seus conceitos, pois o foco inicial da denúncia é o que já tinha sido abordado a vários anos acerca dos dízimos pelo Tabernáculo de Cristo, que vem denunciando o peculato religioso. O que se pode ver, aparentemente, por parte da entidade acusada é uma tentativa de desviar o foco da acusação, levando para o lado político e argumentando como defesa o aumento de audiência, mas que não passa de uma manobra para ocultar os fatos e esconder os culpados.
A princípio, os crentes devem entender que este mundo jaz no maligno e que não seria novidade se as emissoras de TV exibissem conteúdos de caráter duvidoso, pornografia e afins, mas nem tudo pode ser visto como mentira. A luz da verdade se manifesta onde reina as trevas. A denúncia contra alguma igreja evangélica que desvia dinheiro de fiéis não vai deixar de ser uma acusação grave por causa da fonte ser da oposição. O fato é que esse abuso vem sendo cometido constantemente contra os crentes e nada é feito para conter esse avanço desordenado de líderes ambiciosos que não poupam esforços em conseguir seus objetivos mercantilistas. Em 2008 foi a Renascer, esse ano a Universal, e amanhã, quem será?
Quantos crentes deram suas vidas para construir sua igreja, doando tudo que podiam e posteriormente tiveram que sair de suas igrejas por causa dos líderes? É verdade que em nossos dias há uma grande parte que consente com o erro e ainda ajudam a apoiar aquilo que não compreendem, mas, e os verdadeiros cristãos? Entendemos que já estamos na hora de restaurar a credibilidade da igreja cristã para que os crentes sinceros não tenham que abandonar anos de sacrifício, mas que retornem para a verdadeira Igreja de Cristo, onde somente a pregação da Palavra de Deus é exaltada, onde somente Deus é glorificado. Com certeza, se os crentes se unirem contra o comércio e a corrupção dentro da igreja, não haveria tantas facções religiosas divididas, igrejas com o mesmo título na "porta" da outra, etc. Enquanto o poder executivo da igreja estiver centralizado nas mãos dos "donos" da fé, mais escândalos e heresias surgirão, enquanto que os justos ficarão dentro das suas casas aguardando o cumprimento da promessa, que é a Vinda do Senhor.

Veja a reportagem publicada pela Folha de São Paulo que não pode ser vista como uma manipulação, por se tratar de fatos: Dízimos desviados é uma realidade pouco esclarecida. O que o Jornal Nacional da Rede Globo mostrou é uma verdade sem precedentes, visto que se trata de um problema universal.


REPORTAGEM DA REDE GLOBO:



Romanos 1
28 E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
29 Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
30 Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
31 Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
32 Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.




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