27 de setembro de 2012

A nova revelação

A paródia da "nova revelação" faz do "santo de Israel" um ser abstrato que só começou a andar "recentemente" nos pecadores, pois a rotina celeste de "esperar" o dia e a hora da vinda era constrangedora para os seus seguidores que cantavam hinos que pediam logo essa parúsia tão almejada pelos que clamam contra as abominações cometidas nessa terra. A encarnação e a reencarnação de Cristo em pessoas religiosas é tão abstrata quanto os sentimentos gerados pelos movimentos teológicos das mais diversas denominações, que não produz obras frutíferas, mas um personalismo clientelista que sustenta doutores da fé com argumentações contraditórias. Na verdade, os cristãos não vão subir para um lugar abstrato, mas os céus se abrirão para os que forem transformados e enquanto os ímpios se fazem cinzas, os eleitos passearão no meio do fogo e viajarão acima da velocidade da luz, pois o Éden será restaurado para os que forem transformados na vinda de Cristo. Ser convertido a uma doutrina religiosa nada significa ser nascido de novo e os que esperam em Cristo sabem o que isso representa. Ter Cristo morando dentro do coração é ter um guia que conduz a fazer as mesmas ou maiores obras que ele fez e não somente viver uma teologia indutiva que mais convence ficar imobilizado do que fazer uma Reforma protestante contra a corrupção, peculato e nepotismo.
A vinda de Cristo não é baseada numa visão teológica explicativa, onde a pessoa tem que ser convencida que Jesus já veio, mas por evidências que se revelam nos acontecimentos e eventos que foram profetizados biblicamente. Desde que Jesus subiu aos céus, para ser o mediador entre Deus e os homens, que seu Espírito está na Terra, operando em pessoas para que se cumpra as escrituras. Em Hebreus 9 Jesus está sendo o mediador e penetrou nos céus para fazer a purificação das coisas que lá foram criadas e da mesma forma que subiu, voltará conforme Atos 1.11, não mais para tão somente redimir, mas para transformar humanos mortais e seres imortais que não mais sofrerão ou deixarão de existir. Jesus é a primícia de Deus, que sendo único, gerou um Espírito e há dois mil anos atrás, um corpo derivado hereditariamente da humanidade criada para habitar em toda a sua plenitude. Esse Jesus homem, teve seu corpo transformado por Deus para ser Sua habitação em toda a sua essência e assim como ele agora é, nós o seremos, na transformação dos nossos corpos, após o toque da última trombeta, que é esta que estamos vivendo agora. Quando digo "nós" falo dos eleitos de Deus, que foram escolhidos por Deus desde antes da fundação do mundo para presenciarem a Parúsia e serem participantes do reino celeste.
 
Infelizmente muitos desviados tem introduzido heresias no cristianismo, fazendo com que crentes sérios sejam desmotivados a congregarem por causa das falácias dos falsos profetas que usam embasamentos teológicos contrário às Escrituras.

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