5 de março de 2014

Missão Popular Livre Krefeld - Ewald Frank

Apresentação do trabalho da missão
»Missão Popular Livre Krefeld (Associação Registrada
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Este trabalho missionário extra-confessional tem como objetivo retornar inteiramente à doutrina e à prática da Igreja Original dos dias dos apóstolos. A base desta obra que se estendeu por todo o mundo é o Centro Missionário em Krefeld. A igreja local, onde o Pastor Ewald Frank desde há muitos anos ministra principalmente no primeiro fim de semana de cada mês, é coordenada também pelo co-pastor Leonhard Russ juntamente com o ancião da igreja, o irmão Paul Schmidt. O irmão E. Frank e o irmão L. Russ se conhecem desde 1953. Em 1955, Ewald Frank participou da semana de reuniões do evangelista norte americano William M. Branham em Karlsruhe, Alemanha. Os fatos ocorridos naqueles cultos – a confirmação divina e os dons espirituais – causaram-lhe uma impressão duradoura. No ano de 1958, o já internacionalmente atuante E. Frank participou de uma das conferências »Voice of Healing« (Voz da Salvação) organizadas pelo Rev. Gordon Lindsay em Dallas, Texas, EUA. Lá ele conheceu um grande número de evangelistas dos EUA que se tornaram mundialmente reconhecidos. O ministério especial de William M. Branham se diferenciava enormemente de todos os outros principalmente através do dom especial de discernimento espiritual, pelo qual este verdadeiramente humilde servo de Deus foi utilizado, sua obra lembrava do ministério do próprio Jesus Cristo e dos apóstolos. Impressionado, o irmão E. Frank começou no fim de 1959 a traduzir as pregações de William Branham realizadas nos EUA. Ele estava convencido de que as igrejas independentes, que certificavam crer no pleno evangelho, receberiam este enriquecimento espiritual com alegria. Todavia, ficou comprovado que seria necessário chamar à vida uma obra missionária independente para possibilitar a proclamação do evangelho fundamentada unicamente na Bíblia. Isto após os responsáveis pelas "igrejas do pleno evangelho" rejeitarem em sua maioria as obras e a autoridade deste homem com mandato de Deus, sem se preocuparem em pesquisar nas Santas Escrituras e provarem o seu ministério na Palavra de Deus.

No ano de 1960 chegou então o momento, quando foi formada uma pequena comunidade de crentes sob a liderança de E. Frank, Leonhard Russ e Paul Schmidt, ainda hoje anciãos e responsáveis da igreja, com reuniões de culto inicialmente realizadas nas casas dos irmãos e posteriormente em salões alugados. Em abril de 1964, a »Missão Popular Livre Krefeld« foi reconhecida como associação religiosa sem fins lucrativos pelo governo alemão. Nos seguintes anos este trabalho se estendeu além dos limites da Europa. Também em 1964, o irmão E. Frank viajou pela primeira vez como missionário para a Ásia. Na Índia, grandes multidões vieram às palestras ouvir a Palavra de Deus, reuniões estas coroadas com maravilhosas bênçãos divinas. Desde 1968, ele visita regularmente os países da Europa oriental (ex-cortina de ferro), incluindo os países da ex-União Soviética. De 1968 até 1978 ele proferiu cultos dominicais através da rádio Luxemburgo, bem conhecida na Europa,. De toda a Europa e de todos os cantos do mundo vieram cada vez mais convites endereçados a ele. Na Páscoa de 1974 pôde então ser inaugurada a própria Casa de Deus em Krefeld com 550 lugares sentados. Surgiu uma obra missionária, que se expandiu muito além das fronteiras alemãs e ainda continua se expandindo onde quer que seja que a verdadeira, e na Sua plenitude, Palavra de Deus deva chegar segundo a vontade e o ordenamento de Deus.

Nos anos de 1976/78 tornou-se necessário ampliar o Centro Missionário. Terrenos vizinhos ao lote da igreja foram comprados e dois novos edifícios foram erigidos. Nos aproximadamente 10000 metros quadrados de área do Centro Missionário em Krefeld se encontram a Casa de Deus, a casa do zelador, assim como os dois edifícios da missão e desde 1992 também a nossa própria casa de edição e publicação. As publicações e os livros sobre importantes e atuais temas bíblicos incluindo também as pregações do irmão Branham são traduzidas e impressas aqui em mais de 8 línguas diferentes e são enviadas a mais de 130 países. Isto corresponde ao número aproximado de países que o missionário E.visitou pessoalmente e onde ministrou a Santa Palavra de Deus. Esta obra independente e internacional é unicamente financiada através de ofertas e doações voluntárias. Trata-se, no verdadeiro sentido da palavra, de uma obra de fé, que existe e é realizada na plena confiança em Deus. Toda a literatura, livros, fitas cassetes, etc. são enviadas às pessoas sem qualquer custo ou taxa adicional para todos os países, realmente sem nenhum tipo de pagamento. Não existem membros registrados. Não é exigido o pagamento de dízimo, nem tão pouco são requisitadas doações para algum propósito. Cada um decide livre e pessoalmente se que dar o dízimo ou participar da obra missionária de alguma forma. Em todos estes mais de quarenta anos foi sempre Deus, o SENHOR, que cuidou desta obra e do seu servo para que o Seu próprio ordenamento possa ser cumprido segundo à Sua vontade.



Fundamentos de crença

As Santas Escrituras são a única fonte, o fundamento perfeito e o único fio de prumo da fé, dos ensinamentos e da vida. Deus, através de seus profetas no Velho Testamento e dos apóstolos no Novo Testamento, disse tudo que nós necessitamos saber. A Bíblia é o testemunho completo de Deus, à qual, como no caso de um testamento, nada pode ser adicionado.

A Missão Popular Livre Krefeld se diferencia de todos os movimentos de reavivamento que a Igreja de Cristo experimentou desde a época da Reforma Religiosa. Todos fundaram suas próprias igrejas e organizaram-se nas respectivas e bem conhecidas denominações. Através da proclamação da Palavra revelada, nós anunciamos a plena vontade de Deus, que é necessária para a conclusão do plano divino. É nosso alvo servir a todo o povo de Deus em todas as igrejas, independente da confissão ou denominação. Desta proclamação não surgem novamente denominações, eventualmente submissas à obra missionária de Krefeld, mas sim o resultado deve ser e será a Igreja Noiva preparada de Jesus Cristo que Ele mesmo está chamando de todos os lugares.

Nós de modo algum reivindicamos qualquer direito exclusivo para a salvação, mas vemo-nos como parte da comunidade ou igreja de cristãos »Ecclesia«, chamada para fora e eleita através da Palavra de Deus, formando a Igreja viva do Deus vivo. Esta não aponta nenhum homem como fundador, mas na realidade é pelo Espírito de Deus uma continuação e a seqüência dos últimos reavivamentos com o fim de que o SENHOR, Ele mesmo, construa e conclua Sua própria Igreja.

A proclamação da Palavra de Deus em ligação com o eternamente válido Evangelho de Jesus Cristo tem sempre um duplo efeito segundo as Santas Escrituras: primeiramente é mostrado diante dos nossos olhos o juízo, o legítimo julgamento devido a todas as transgressões das leis que nós seres humanos perdidos cometemos. O outro ponto é a fé, vinda da pregação da Palavra, a força divina que causa a salvação da alma e a completa justificação diante de Deus daqueles que se sujeitam ao Seu julgamento.

Entretanto, a justificação do pecador não significa a justificação do pecado. Somente aqueles que aceitam pessoalmente a oferta de Graça de Deus, podem vivenciar a Salvação e confirmar terem sido chamados e eleitos por Deus. Quem rejeitar também será rejeitado; quem não aceitar também não será aceito por Ele.

A Santa Escritura é inequívoca e univalente em tudo que afirma. Somente o que é dito sobre Ela tem vários sentidos, dando margem à interpretações. Por este motivo, pelo amor à verdade revelada da Palavra de Deus, nós rejeitamos definitivamente toda e qualquer interpretação.

Apenas o que os apóstolos deixaram escrito no Novo Testamento é, de fato, »doutrina ou ensinamento apostólico«. Somente o que foi verdadeiramente atestado na Bíblia é »bíblico«. Somente o que é original de Cristo é »cristão«. As decisões de concílios religiosos tomadas no curso da história da igreja rejeitamos como adições e falsificações da Palavra Original.

A fé no único e verdadeiro Deus, além do qual não há outro, e que se revela para nós em Sua diversidade como Criador, Mantenedor, Salvador, Rei, Juiz, etc., é o único e obrigatório fundamento da nossa crença.

Rejeitamos inteiramente o credo da Nicéia-Calcedônia como não bíblico. Deste podemos ler entre outros trechos, como segue: »... filho único de Deus, que nasceu do Pai diante de todo o mundo, Deus de Deus, luz da luz, verdadeiro Deus do Deus verdadeiro, nascido, não criado, um ser com o Pai...«. Não há em nenhum lugar da Bíblia versículo ou vaga indicação do nascimento do filho ocorrido no Céu, que o Pai tenha dado à luz. O Filho nasceu aqui na terra como descrito nos evangelhos. O verdadeiro credo apostólico é encontrado unicamente na Bíblia. Na história dos dogmas são encontrados apenas credos e doutrinas de igrejas.Deus é único. Não há três onipresentes, não há três eternos e oniscientes, não há três que dividem a autoridade e soberania absoluta entre eles, não há três que se unem, mas sim, existe somente o único, Todo-Poderoso e eterno Deus, que desde o começo dos tempos se manifestou, Ele mesmo, de diversas maneiras. No Novo Testamento, na Nova Aliança, Ele se revelou para nossa salvação como Pai no Céu, no Filho como Emanuel = »Deus conosco« e através do Espírito Santo. O »Filho« foi anunciado em todo o Velho Testamento. Ele é o concebido pelo Espírito Santo, que nasceu de Maria, o Redentor que veio em carne, o »Primogênito« entre muitos irmãos. Com Seu sofrimento e morte no nosso lugar, todos os filhos e filhas de Deus foram reconciliados com seu Pai Celestial. Com a pregação do Evangelho de Jesus Cristo desejamos trazer às pessoas o plano de salvação de Deus, para que possam vivenciar sua própria experiência de salvação. Assim o ser humano experimenta a sua conversão – uma mudança de mentalidade e atitude – na qual ele abandona o largo caminho da perdição, é renovado no seu coração e renasce através da Palavra e do Espírito de Deus como uma viva esperança.

Deus criou o homem à sua própria imagem para viver em comunhão com Ele. O relacionamento entre o Criador e o ser humano criado por Ele foi quebrado com a queda no pecado.

A queda no pecado resultou na sedução, da qual então surgiu uma semente. Por isto, diretamente após a queda, o SENHOR teve que pôr inimizade entre estas duas sementes distintas e condenar Eva para dar à luz aos seus filhos com dores de parto.

No mesmo contexto foi dada a primeira promessa com vista à vinda do Messias, que viria como »semente divina« através da mulher e esmagaria então a amaldiçoada cabeça da serpente.

No início da criação natural, Satanás lançou a humanidade no pecado através da sedução de Eva e da transgressão de Adão ganhando desta forma influência e poder sobre toda a criação. Esta estava agora separada de Deus através da desobediência e transgressão e, assim, condenada à morte.

No começo da criação sobrenatural, Deus, através do segundo Adão, arrebatou de Satanás a humanidade caída. Maria foi visitada pelo Espírito Santo e assim nasceu o Filho de Deus, pela concepção do Espírito, para reparar o dano através da Redenção e Reconciliação e restabelecer desta maneira novamente a comunhão com Deus.

O mistério da Redenção da humanidade perdida consiste do fato de que o Redentor mesmo, que era no princípio a Palavra, tornou-se carne, completamente humano, para sofrer e morrer no corpo carnal e vencer através da ressurreição a morte e o inferno. Porque a queda no pecado ocorreu na carne e no sangue tornou-se necessário que a redenção da humanidade caída também se realizasse pelo Redentor no Seu corpo carnal. Dele verteu na cruz do Calvário o Seu Santo sangue, no qual havia vida divina para a nossa redenção.

Assim, apesar desta breve interrupção temporal, a vontade inalterável de Deus segue adiante o seu curso até Sua conclusão para toda a eternidade, com todas as pessoas que aceitaram a Sua oferta de Graça. Em plena bem-aventurança todos estes entrarão na eterna Glória Celestial. Após a conclusão do plano de salvação divino o tempo afluirá na eternidade.



Batismo

Conforme o exemplo apostólico, são batizados somente aqueles que se tornaram crentes segundo as palavras do nosso SENHOR Jesus Cristo: »Quem crer e for batizado será salvo...« (Mc.,). Isto é feito através de uma única e completa imersão da pessoa a ser batizada, como ainda era praticado nos primeiros séculos após o tempo dos apóstolos. O aspergir e o derramar água sobre a pessoa não tem nenhum fundamento bíblico e surgiu na época da cristianização forçada – e isto é assim até hoje, pois o recém-nascido, que não pode ser perguntado, também é obrigado ao batismo sem poder tomar a sua própria decisão.

Pedro, o homem da primeira hora, disse no dia do estabelecimento da Igreja neo-testamentária com autoridade dada por Deus e sob condução do Espírito Santo: »Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito« (At.,), pois »... que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações...« (Lc.,47). No batismo aquele que tornou-se crente atesta o recebimento do perdão dos seus pecados e, como confirmação disto, deixa-se batizar em obediência.

Assim pregaram os apóstolos, também Felipe e Paulo, e cumpriram integral e corretamente o ordenamento missionário de Mateus,. Eles não repetiram a tarefa como uma fórmula, mas tinham sim compreendido que se tratava do nome da aliança neo-testamentária: Jesus. Nele, o Deus uno se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo e no qual está unicamente a salvação de Deus. Pois assim ordenou o SENHOR: »... batizando-os em nome (ou no nome) do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...« (Mt.,). Deus é Pai, mas pai não é um nome. Filho também não é um nome, mas sim o que Ele é. Da mesma forma, Espírito Santo também não é um nome. Estas são todas designações ou denotações. O nome único do Pai, do Filho e do Espírito Santo, no qual os discípulos foram e todos devem ser batizados é »SENHOR Jesus Cristo«. Este é o verdadeiro ensinamento e prática dos apóstolos. Assim todos foram batizados no nome do SENHOR Jesus Cristo no cristianismo do princípio e ainda por muito tempo após a época dos apóstolos, como é confirmado na história da igreja.
       


A Ceia do SENHOR

A Ceia do SENHOR é comemorada conforme o exemplo bíblico. Um pão sem fermento é assado levando-se em conta o número participantes. Este pão é abençoado em oração, é então partido e passado a todos os presentes. O cálice, no qual está o vinho, é igualmente abençoado em oração e passado a todos. A Ceia do SENHOR é um »ato de lembrança« no sofrimento e morte do nosso SENHOR e Salvador Jesus Cristo, que pela oferta do Seu próprio corpo e de Seu sangue pagou o preço da redenção de Sua própria Igreja.




A volta de Cristo

Nós cremos que a volta de Jesus Cristo, arrebatadoramente prometida nas Santas Escrituras, está muito próxima. Nosso SENHOR mesmo disse para ficarmos atentos aos sinais dos tempos, contudo sem querer determinar uma data precisa, porque o dia e a hora ninguém sabe. Estamos entretanto certos que as profecias bíblicas anunciadas a nós por nosso SENHOR como sinal do fim dos tempos estão de fato se cumprido nos nossos dias em todos os campos, especialmente com respeito ao povo de Israel.

O retorno de Jesus Cristo coincide com a primeira ressurreição e ocorrerá exatamente antes do início do reinado de mil anos. »Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.« A segunda ressurreição acontecerá após o reinado de mil anos, quando então todas as pessoas que viveram na terra terão que comparecer ao »juízo final« (Ap. 20).
        



William M. Branham

William M. BranhamNós cremos e aceitamos com gratidão que Deus, assim como antigamente convocou Paulo de maneira sobrenatural e o transformou em uma bênção para toda a igreja, da mesma forma sobrenatural convocou William Branham como uma ferramenta para o Seu povo, no nosso tempo. Como está na Bíblia e é confirmado pelos registros internacionais da história da igreja, Deus sempre convocou homens para tarefas especiais através de um chamado direto Dele. Nas igrejas tradicionais e também nas igrejas independentes, são especialmente conhecidos aqueles que surgiram após a Reforma Religiosa. Porque vivemos agora no último período profético, segundo a Palavra de Deus, Ele enviou conforme Sua promessa, não um reformador de igrejas, mas sim um verdadeiro profeta – um homem com visões proféticas. William M. Branham foi um homem enviado por Deus em nosso tempo, assim como foi João Batista antes da primeira vinda de Cristo. Como todos os evangelistas de renome dos EUA podem confirmar, ele foi aquele através do qual Deus, após a segunda guerra mundial, atuou causando a abertura para o movimento de renovação espiritual e reavivamento de salvação que se espalhou por todo o globo terrestre. Devido ao seu ministério, muitos evangelistas começaram seus trabalhos missionários. Do seu ministério se deve o surgimento do movimento dos "Homens de negócio do Pleno Evangelho" (Full Golspel Businessmen’s Fellowship), iniciado por Demos Shakarian e, indiretamente, também o surgimento dos vários movimentos carismáticos trazidos à vida por David DuPlessis. Entretanto, no que se refere à proclamação do evangelho, todos remanesceram nas antigas doutrinas por eles herdadas. Em suas pregações ele tratava dos mistérios e segredos da Palavra de Deus, do Gênesis ao Apocalipse, que contudo não estavam reveladas à luz do seu cumprimento. Isto sem jamais sair dos limites e testemunhos das Santas Escrituras. Para William Branham a Bíblia era o absoluto de Deus. Freqüentemente ele disse em suas pregações: "Minhas palavras são as palavras de um homem, estas podem falhar, mas a Palavra de Deus que eu proclamo, esta é infalível e permanece por toda a eternidade."

De forma especial é internacionalmente conhecida a citação sobre o ano 1977 encontrada no livro intitulado "Exposição das Sete Eras da Igreja ". Esta citação, porém, não vem de W. Branham e nós damos um valor especial a este fato. O próprio autor do livro, o Dr. Lee Vayle, baseado em diversos cálculos, tomou 1977 como provável 70o ano de Jubileu, quando os sistemas da Terra teriam seu fim e o Reinado de Mil Anos seria iniciado. E. Frank indicou e esclareceu precisamente numa carta circular publicada em dezembro de 1973, que esta citação não vem de William Branham e que o dia e a hora ninguém sabe. Esta clara declaração não veio de encontro às afirmações dos assim chamados "Branhamistas" e, desde então, os irmãos norte-americanos interromperam as ligações conosco. A Missão Popular Livre Krefeld não tem nada em comum com as denominadas "igrejas de Branham", que abandonaram os fundamentos das Santas Escrituras, mas sim estamos em comunhão com a Igreja de Jesus Cristo, na qual W. Branham foi colocado com o seu ministério. Para nós as Santas Escrituras de Deus são unicamente e em tudo a medida certa, a referência máxima. Os ensinamentos relacionados a Branham mas que não são confirmados na Bíblia, provém de má compreensão ou interpretações pessoais. Isto também ocorreu na história dos apóstolos com as cartas de Paulo, conforme relatado por Pedro em 2 Pe.,-18 e freqüentemente também ao longo da história da Igreja até os dias de hoje. W. Branham não é fundador de uma religião ou de uma igreja, mas sim um homem enviado por Deus, que nos trouxe de volta à Palavra Original de Deus e à verdadeira proclamação do Evangelho de Jesus Cristo.

A Missão Popular Livre Krefeld não considera profetas ou apóstolos como objetos de fé ou de idolatria, porém como ferramentas especiais nas mãos de Deus que são aceitas por aqueles que crêem nas promessas divinas como estão descritas na Sua Santa Palavra. Sempre que ocorre um direto chamado e o envio de alguém, então se cumprem as palavras do nosso SENHOR: "Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta na qualidade de profeta, receberá a recompensa de profeta..." (Mt.,-41) e "Em verdade, em verdade vos digo: Quem receber aquele que eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou..." (Jo.13,). O que será com todos aqueles que ignorarem e passarem ao largo deste ministério enviado por Deus, se são verdadeiras as palavras que ecoaram nos ares quando o irmão Branham recebeu sua convocação divina diante de mais de quatro mil pessoas?:

"As John the Baptist was sent to forerun the first coming of Christ, the message that is given you will be a forerunner of the second coming of Christ!"

"Assim como João Batista foi enviado antecedendo a primeira vinda de Cristo, a mensagem que foi dada a você será antecessora da segunda vinda de Cristo!"

Quem estiver interessado em saber mais sobre o ministério do irmão Branham ou desejar receber literaturas, sinta-se à vontade para nos contatar.
Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente! (Hb. 13:8)

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